Garbosa Entrevista
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Rochedo Folia 2026 vira festa solidária e mobiliza doações às vítimas das chuvas na Zona da Mata
O programa Garbosa Entrevista recebeu o diretor Élcio Detone Júnior e o prefeito Cristiano Coleta, de Rochedo de Minas, para esclarecer a polêmica sobre a realização do Rochedo Folia 2026. O evento, que celebra os 63 anos de emancipação do município, será transformado em ação solidária. A iniciativa busca arrecadar água, alimentos, produtos de limpeza, roupas e ração para famílias atingidas pelas chuvas na região. Municípios como Juiz de Fora e Ubá estão entre os mais afetados. Segundo a prefeitura, a festa já estava contratada e envolve trabalhadores que dependem da renda do evento. Cancelar implicaria prejuízos legais e financeiros, além de afetar famílias que também precisam do recurso. A cidade já enviou caminhões com donativos e mantém pontos de coleta ativos. A expectativa é unir comemoração e solidariedade, fortalecendo uma grande corrente do bem na região.
Fim da escala 6x1 provoca alerta no setor de confecções
O possível fim da escala 6x1 avança no debate nacional e preocupa trabalhadores e empresários. Durante entrevista, o tema foi analisado por José Roberto Schincariol e Antônio Sérgio Rodrigues. José Roberto defendeu que a mudança exige estudos e pode elevar custos das empresas. Ele alertou para risco de fechamento de micro e pequenas empresas. Antônio Sérgio afirmou que a medida é uma tendência global e deve exigir adaptação. Ambos concordam que o diálogo entre sindicatos e empresas é essencial. O debate envolve produtividade, emprego e qualidade de vida do trabalhador. A proposta segue gerando divergências e deve continuar em discussão no país.
Vereadores cobram empresa por falta de sinal de TV aberta e denunciam descumprimento de contrato
Moradores reclamam da falta de sinal da TV aberta na cidade e nos distritos, com canais fora do ar há mais de uma semana. Diante das queixas, os vereadores Írio Furtado Filho e Matheus Muscardi de Souza “Canella” cobraram providências da empresa responsável. O contrato prevê manutenção em até 12 horas na sede e 24 horas nos distritos, prazos que não estariam sendo cumpridos. A empresa recebe cerca de R$ 3 mil mensais pelo serviço. Segundo os parlamentares, a justificativa apresentada foi dificuldade de acesso às torres, o que foi contestado. Há relatos de canal fora do ar há até oito meses. O contrato prevê sanções e até rompimento em caso de descumprimento. Os vereadores afirmaram que seguirão fiscalizando até que o sinal seja normalizado.